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sábado, 7 de maio de 2011

PROJETO MELHOR IDADE NA FAIP



         Na última quarta-feira (27 de abril) teve início as atividades do Projeto da Melhor Idade da FAIP. O Projeto proposto pelo curso de Pedagogia oferece à comunidade mariliense, atividades físicas direcionadas, orientações posturais, aulas de dança, teatro, informática e informações sobre saúde e beleza. A grande variedade de atividades é possível devido a participação do curso    de    Educação   Física, coordenado    pela   Profa. Msc. Valéria   Martin
Regazzini, educadora física e fisioterapeuta e a Profa. Esp. Alana Tortato, coordenadora do curso de Moda e Estilismo da FAIP.
A Profa. Dra. Regina Cristiane N. C. Peres, pedagoga e fisioterapeuta,  coordena o Projeto  que em suas palavras “oferece a comunidade local a oportunidade de convívio, bem estar físico e mental e interação entre discentes, docentes e sociedade”.
         A população de pessoas com 60 anos ou mais vem aumentando significativamente segundo fonte do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística –IBGE. Neste sentido, os estudos e intervenções multidisciplinares são necessários para o entendimento, planejamento e aplicação de programas coletivos que promovam qualidade de vida e saúde para esta população (FORTI; CHACON-MIKAHIL, 2004).
Neste contexto, o espaço acadêmico oferece o cenário ideal para a integração entre os diversos profissionais e extensão à comunidade. Com este propósito a FAIP abre suas inscrições para a FACULDADE DA MELHOR IDADE!
As inscrições podem ser realizadas na secretaria da instituição durante todo o ano. As aulas são oferecida às quartas e sextas, das 9 às  10 horas.
Sejam bem-vindos!


REFERÊNCIA
FORTI, V. A .M.; CHACON-MIKAHIL, M. P. T. Qualidade de vida e atividade física na terceira idade. In: GONÇALVES; VILARTA. Qualidade de Vida e Atividade Física.Barueri: Manole, 2004.




 








terça-feira, 26 de abril de 2011

Ministério Público quer tornar crime a prática do bullying



Anteprojeto de lei dos promotores da Infância e Juventude prevê penas de reclusão e multa
da redação | 19/04/2011 17h 07
Promotores da Infância e Juventude do Ministério Público de São Paulo querem que a prática do bullying seja considerada crime.
Fonte : http://guiadoestudante.abril.com.br/vestibular-enem/ministerio-publico-quer-tornar-crime-pratica-bullying-625489.shtml

O anteprojeto de lei elaborado pelos promotores prevê pena de 1 a 4 anos de reclusão, além de multa. A proposta prevê que serão condenados os atos que expuserem alguém a constrangimento público, escárnio ou qualquer forma de degradação moral ou física, sem motivação clara e numa relação desigual de poder.

As penas ainda podem aumentar se forem cometidos cyberbullying (que usa internet e redes sociais para a prática) e se forem contra menores de 14 anos ou com portadores de deficiência mental.

Apesar das penas de reclusão, grande parte dos casos de bullying ocorre entre estudantes menores de idade. Assim, seria preciso pensar a aplicação de medidas socioeducativas no lugar de penas.

No próximo dia 6 de maio o projeto será submetido à aprovação na Promotoria da Infância e Juventude do Ministério Público, para depois ser encaminhado a um deputado federal.

"O bullying merece análise e estudo por parte dos professores e diretores da escola a fim de criar metodologias de solução e prevenção. Não é criminalizando-o que se resolverá o problema. É preciso uma posição educativa sobre o caso, não jurídica e penal".

Para Graciani, a solução está nos métodos pedagógicos das escolas e também no trabalho dos pais em casa, que precisam conversar com os filhos sobre o assunto e saber identificar quando há um problema do tipo acontecendo.

"Só essa reflexão pedagógica pode ser uma solução de caráter preventivo, que coloca a sociedade como um todo no debate. É melhor que uma ação penal", afirma.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

PNE 2011-2020: uma nova chance para velhas necessidades



Decidir quem paga a conta e o que fazer com quem não cumprir as metas é condição para tirar do papel o Plano Nacional de Educação (PNE)

Ivan Paganotti e Rodrigo Ratier (novaescola@atleitor.com.br)

A hipótese otimista promete impulsionar o país rumo a outro patamar de desenvolvimento. Se cumprido integralmente, o novo Plano Nacional de Educação (PNE) pode, em dez anos, universalizar a Educação Básica para crianças e jovens de 4 a 17 anos e alfabetizar todas as crianças até os 8 anos de idade (mais 17 milhões de jovens e adultos). A alternativa pessimista... Bem, essa é velha conhecida. Se o plano não sair do papel, vai se somar aos inúmeros projetos que enfeitam prateleiras com sonhos nunca concretizados.

Não é a primeira vez que o governo federal tenta formular um guia para as políticas públicas em Educação. A primeira bússola sugerida foi a versão anterior do PNE, que vigorou de 2001 a 2010. Produzida no fim do segundo mandato do presidente Fernando Henrique Cardoso, apresentava 295 metas e um diagnóstico complexo do setor. Não deu certo por várias razões. A quantidade de objetivos contou contra, diluindo as demandas e tirando o foco do essencial. Segundo, muitas da metas não eram mensuráveis, o que dificultou seu acompanhamento. Também faltaram regras com punições para quem não cumprisse as determinações. Finalmente - e, talvez, o mais importante: um dos artigos do plano foi vetado pela presidência. Era a proposta de aumentar a parcela do Produto Interno Bruto (PIB) investida em Educação de 4 para 7%. Sem dizer de onde viria o dinheiro, o PNE de 2001 virou letra morta antes de nascer.

A nova edição parece ter ganho com os erros do passado. Centrado nas demandas da Conferência Nacional de Educação (Conae) do ano passado, o Ministério da Educação (MEC) preparou um plano que começa agora a ser debatido pelo Congresso, aguardando a aprovação dos parlamentares. Sucinto, o documento tem 20 metas, a grande maioria quantificável por estatísticas. Além das citadas no início deste texto, outras seis dizem respeito à Educação Infantil e ao Ensino Fundamental: universalizar o atendimento aos estudantes com deficiência, oferecer ensino em tempo integral em 50% da rede pública, atingir média 6 no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) nas séries iniciais e 5,5 nas finais, oferecer 25% das matrículas da Educação de Jovens e Adultos (EJA) integradas à Educação profissional nas séries finais, atender 50% das crianças de até 3 anos e erradicar o analfabetismo - as duas últimas, reedições do PNE de 2001, o que dá uma medida do fracasso da antiga versão.

terça-feira, 22 de março de 2011

MEC - Seja um professor



Como se tornar um professor?
Fonte : http://sejaumprofessor.mec.gov.br/internas.php?area=como&id=requisitos

Requisitos

Podem lecionar nos Ensinos Fundamental e Médio das escolas de Educação Básica, os graduados em licenciaturas e Pedagogia. Na Educação Infantil (creches e pré-escolas) e nos quatro primeiros anos do Ensino Fundamental, admitem-se professores com formação mínima de nível médio, na modalidade normal. Porém, o projeto de lei 5.395/09, que tramita no Congresso Nacional, prevê que apenas a Educação Infantil admita professores com formação mínima de nível médio, na modalidade normal.
Para ingressar como professor de qualquer instituto federal, basta apenas a graduação. Entretanto, o plano de carreira prevê uma retribuição por titulação, que aumenta o salário caso o professor tenha mestrado, doutorado ou mesmo especialização.
Os docentes das universidades federais precisam ter ao menos grau de mestre, para concorrerem aos cargos dos concursos, pois atuam especificamente no Ensino Superior. As carreiras das instituições federais também prevêem aumento de salário caso o professor aumente sua titulação.




Onde trabalhar

Os dados do Censo da Educação Básica de 2009 revelam que há no país 194.546 escolas de Educação Básica, entre públicas e privadas. A maior parte das instituições - 136.329 - oferece os anos iniciais do Ensino Fundamental; outras 61.624, os anos finais. Já 25.709 têm Ensino Médio. Os estabelecimentos com Pré-Escola somam 104.224 e as creches, 41.506. As escolas que oferecem Educação Básica na modalidade Educação de Jovens e Adultos são 40.078 e as que oferecem Educação Profissional, 3.461. Nessas escolas, estudam 52 milhões de alunos da creche ao último ano do Ensino Fundamental.
Para ensinar esse enorme contingente de alunos, o censo identificou 1,8 milhão de professores de Educação Básica no país: 1,5 milhão trabalham exclusivamente na rede pública de ensino, em escolas federais, estaduais ou municipais - atuando em uma ou mais destas redes. Apenas 16,4% dos professores trabalham apenas na rede privada - um total de 309,6 mil docentes.
Além das escolas de Educação Básica que estão nos estados e municípios, os licenciados e pedagogos também podem trabalhar em instituições da rede federal de Educação Profissional e Tecnológica que oferecem Ensino Médio. São 38 institutos federais de Educação, Ciência e Tecnologia espalhados pelo país.


Programas de Incentivo
ProUni - Programa Universidade para Todos
O Programa Universidade para Todos (ProUni), criado em 2005, oferece bolsas de estudo em instituições privadas de Educação Superior. Desde o início do programa, 748 mil pessoas já foram beneficiadas com bolsas de estudos parciais e integrais e puderam ingressar no Ensino Superior. Podem concorrer os candidatos que tenham renda familiar de até três salários mínimos por pessoa.

Quer saber mais sobre o ProUni? Clique aqui.
Fies - Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior
O Fundo de Financiamento do Estudante do Ensino Superior (Fies) é um programa do Ministério da Educação, operacionalizado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), destinado a financiar a graduação de estudantes de baixa renda, que não tenham condições de arcar com as despesas de sua formação. Atualmente, são agentes financeiros do Fies o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal.

Quer saber mais sobre o Fies? Clique aqui



Como surgiu a profissão
A educação oficial no Brasil começa em 15 de outubro de 1827, com um decreto imperial de D. Pedro I, que determinava que "todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras". É por causa desse decreto, inclusive, que o Dia do Professor é comemorado no dia 15 de outubro. A data, contudo, só foi oficializada em 1963.
O acesso à educação, porém, ainda era muito restrito na época do Império. Apenas famílias ricas tinham condições de contratar professores para educar seus filhos. Esses profissionais ou atuavam em escolas privadas ou vendiam conhecimento de forma independente.
Apenas a partir dos anos 30, com o surgimento dos grupos escolares, foi que o ensino público gratuito passou a se organizar e atender mais alunos. Nessa época, o poder público passou a se responsabilizar efetivamente pela educação das crianças. Assim, houve a expansão e interiorização dos grupos escolares e as primeiras escolas de formação superior de professores em licenciaturas surgiram.




Fatos interessantes
- Sabia que nem sempre o ensino no Brasil foi organizado com um professor à frente do quadro negro e crianças em fileiras? Até a primeira metade do século XIX, o método era o monotorial: o professor ensinava o conteúdo a alguns alunos, que tinham mais facilidade em aprender o conteúdo. Esses alunos, os monitores, repassavam o conhecimento aos outros alunos que tinham mais dificuldades.
- A primeira escola de formação de professores em nível médio, na modalidade normal, para o ensino de alunos da Educação Básica data de 1835. A escola foi criada em Niterói (RJ). Depois disso, poucas instituições de formação foram criadas. Só no início do século XX, por volta dos anos 30, os primeiros cursos de licenciatura para formação superior de professores foram estruturados. Mesmo assim, apenas nos grandes centros urbanos da época.
- Em 1827, D. Pedro I instituiu que a educação superior seria de responsabilidade do governo imperial. O Ensino Superior era destinado exclusivamente à formação das elites do país. Foi assim até a primeira metade do século XX. Só na década de 60, o poder público passou a se preocupar com a democratização




Grandes Educadores


Paulo Freire - Paulo Reglus Neves Freire, educador pernambucano, viveu entre 1921 e 1997. Ficou conhecido pelo empenho em ensinar os mais pobres; por isso, tornou-se uma inspiração para gerações de professores. Paulo Freire desenvolveu um método inovador de alfabetização, a partir de suas primeiras experiências em 1963, quando ensinou 300 adultos a ler e a escrever em 45 dias. Suas principais obras foram a Pedagogia do Oprimido (1968), Pedagogia da Esperança (1992) e À Sombra desta Mangueira (1995).
Anísio Teixeira - O educador Anísio Espínola Teixeira introduziu no país o conceito de escola gratuita e para todos. O educador baiano, que viveu de 1900 a 1971, entendia a escola como uma instituição democrática, que oferecesse as mesmas oportunidades a filhos da classe alta e do proletariado. Defendia os princípios de um sistema educacional público, gratuito e obrigatório - que, mais tarde, fariam parte da Constituição. Fundou a Universidade de Brasília (UnB) e a Comissão de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (antigo nome da Capes). A participação de Anísio foi também fundamental na elaboração e aprovação da Lei de Diretrizes e Bases de 1961, que definiu os rumos da educação no Brasil.
Darcy Ribeiro - Darcy Ribeiro era professor, etnólogo, antropólogo, ensaísta e romancista, nascido em Montes Claros (MG), em 1922. Formou-se em Ciências Sociais pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo (1946), com especialização em Antropologia. Ribeiro foi Diretor de Estudos Sociais do Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais do MEC (1957-61) e participou, com Anísio Teixeira, da defesa da escola pública e da criação da Universidade de Brasília, da qual foi o primeiro reitor. Foi Ministro da Educação e Secretário de Educação do Rio de Janeiro, quando ficou encarregado de implementar os Centros Integrados de Educação Pública (Cieps), escolas de tempo integral com projeto político-pedagógico inovador. Faleceu em Brasília, em 1997.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Faculdade garcense está entre as melhores no Estado

A Faculdade de Ciências Humanas de Garça – FAHU – conquistou um resultado muito positivo para a cidade e região. De acordo com o Índice Geral de Cursos (IGC) divulgado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais (INEP) a faculdade ficou em 31.º no Estado, entre as 361 avaliadas. No país, segundo divulgado, ela ficou na posição 73.ª, num universo de 1.451 faculdades. Os resultados que foram divulgados na tarde de quinta-feira, 13, no site oficial do órgão apontam que a Faculdade de Ciências Humanas de Garça obteve desempenho 4 no índice. O Inep coloca que índices 1 e 2 são considerados insatisfatórios, índice 3 – razoável e índices 4 e 5 são considerados bons. A Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerenciais de Garça – FAEG - e o Instituto Superior de Educação de Garça – IESG - saíram razoável na avaliação e conquistaram o índice 3. A primeira ficou em ficou na 131.ª posição no Estado e em 348 no país, enquanto que a segunda ficou em 208.º lugar no Estado e 609ª no país. Já as faculdades de Agronomia e Engenharia Florestal de Garça – FAEF – e Instituto de Ensino Superior de Garça – IESG – ficaram com resultados insatisfatórios e na avaliação obtiveram o conceito 2. Entre as 361 faculdades avaliadas no estado, o Instituto de Ensino Superior de Garça ficou em 274.º lugar, e a faculdade de Agronomia ficou em 290.ª posição. Já no ranking nacional, entre as 1.451 instituições analisadas, a primeira ficou em 924 lugar enquanto que a segunda ficou na 1.021 posição. Na região mostraram um bom desempenho a Universidade de Marilia que foi a sétima universidade no Estado em classificação, entre 36 analisadas. Já no pais ficou na 81.ª posição entre 172. No âmbito das faculdades a Faculdade de Medicina de Marilia foi a melhor classificada, com conceito 4, ficou em 24.º lugar no Estado e 52 no país. Na avaliação as instituições também foram subdivididas com a classificação de Centros Universitários e, neste contexto o Centro Universitário Euripedes de Marilia obteve a nota 3. Entre 148 centros avaliados no país ficou na 53.ª posição e entre os 49 centros do estado ficou na 13.ª posição. As notas obtidas mostra a qualidade do ensino superior no interior paulista e Garça vem mostrando sua força. O que é o IGC O Índice Geral de Cursos da Instituição (IGC) é um indicador de qualidade de instituições de educação superior, que considera, em sua composição, a qualidade dos cursos de graduação e de pós-graduação (mestrado e doutorado). No que se refere à graduação, é utilizado o CPC (conceito preliminar de curso) e, no que se refere à pós-graduação, é utilizada a Nota Capes. O resultado final está em valores contínuos (que vão de 0 a 500) e em faixas (de 1 a 5). O CPC é uma média de diferentes medidas da qualidade de um curso. As medidas utilizadas são: o Conceito Enade (que mede o desempenho dos concluintes), o desempenho dos ingressantes no Enade, o Conceito IDD e as variáveis de insumo. O dado variáveis de insumo – que considera corpo docente, infra estrutura e programa pedagógico – é formado com informações do Censo de Educação Superior e de respostas ao questionário socioeconômico do Enade. A forma do cálculo do CPC tem implicações sobre a representatividade do IGC. Para um curso ter CPC é necessário que ele tenha participado do Enade com alunos ingressantes e alunos concluintes. Portanto, o IGC é representativo dos cursos que participaram das avaliações do Enade, com alunos ingressantes e concluintes. Como cada área do conhecimento é avaliada de três em três no Enade, o IGC levará em conta sempre um triênio. Assim, o IGC 2007 considerou os CPC’s dos cursos de graduação que fizeram o Enade em 2007, 2006 e 2005; o IGC 2008 considerou os CPC’s dos cursos que participaram do Enade em 2008, 2007 e 2006; e assim, sucessivamente. A medida de qualidade da graduação que compõe o IGC é igual à média dos CPC’s para o triênio de interesse. A Avaliação dos Programas de Pós-graduação, realizada pela Capes, compreende a realização do acompanhamento anual e da avaliação trienal do desempenho de todos os programas e cursos que integram o Sistema Nacional de Pós-graduação, SNPG. Os resultados desse processo, expressos pela atribuição de uma nota na escala de 1 a 7 fundamentam a deliberação CNE/MEC sobre quais cursos obterão a renovação de reconhecimento, a vigorar no triênio subseqüente. A medida de qualidade da pós-graduação que compõe o IGC é uma conversão das notas fixadas pela Capes.