Pesquisar este blog

terça-feira, 22 de março de 2011

MEC - Seja um professor



Como se tornar um professor?
Fonte : http://sejaumprofessor.mec.gov.br/internas.php?area=como&id=requisitos

Requisitos

Podem lecionar nos Ensinos Fundamental e Médio das escolas de Educação Básica, os graduados em licenciaturas e Pedagogia. Na Educação Infantil (creches e pré-escolas) e nos quatro primeiros anos do Ensino Fundamental, admitem-se professores com formação mínima de nível médio, na modalidade normal. Porém, o projeto de lei 5.395/09, que tramita no Congresso Nacional, prevê que apenas a Educação Infantil admita professores com formação mínima de nível médio, na modalidade normal.
Para ingressar como professor de qualquer instituto federal, basta apenas a graduação. Entretanto, o plano de carreira prevê uma retribuição por titulação, que aumenta o salário caso o professor tenha mestrado, doutorado ou mesmo especialização.
Os docentes das universidades federais precisam ter ao menos grau de mestre, para concorrerem aos cargos dos concursos, pois atuam especificamente no Ensino Superior. As carreiras das instituições federais também prevêem aumento de salário caso o professor aumente sua titulação.




Onde trabalhar

Os dados do Censo da Educação Básica de 2009 revelam que há no país 194.546 escolas de Educação Básica, entre públicas e privadas. A maior parte das instituições - 136.329 - oferece os anos iniciais do Ensino Fundamental; outras 61.624, os anos finais. Já 25.709 têm Ensino Médio. Os estabelecimentos com Pré-Escola somam 104.224 e as creches, 41.506. As escolas que oferecem Educação Básica na modalidade Educação de Jovens e Adultos são 40.078 e as que oferecem Educação Profissional, 3.461. Nessas escolas, estudam 52 milhões de alunos da creche ao último ano do Ensino Fundamental.
Para ensinar esse enorme contingente de alunos, o censo identificou 1,8 milhão de professores de Educação Básica no país: 1,5 milhão trabalham exclusivamente na rede pública de ensino, em escolas federais, estaduais ou municipais - atuando em uma ou mais destas redes. Apenas 16,4% dos professores trabalham apenas na rede privada - um total de 309,6 mil docentes.
Além das escolas de Educação Básica que estão nos estados e municípios, os licenciados e pedagogos também podem trabalhar em instituições da rede federal de Educação Profissional e Tecnológica que oferecem Ensino Médio. São 38 institutos federais de Educação, Ciência e Tecnologia espalhados pelo país.


Programas de Incentivo
ProUni - Programa Universidade para Todos
O Programa Universidade para Todos (ProUni), criado em 2005, oferece bolsas de estudo em instituições privadas de Educação Superior. Desde o início do programa, 748 mil pessoas já foram beneficiadas com bolsas de estudos parciais e integrais e puderam ingressar no Ensino Superior. Podem concorrer os candidatos que tenham renda familiar de até três salários mínimos por pessoa.

Quer saber mais sobre o ProUni? Clique aqui.
Fies - Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior
O Fundo de Financiamento do Estudante do Ensino Superior (Fies) é um programa do Ministério da Educação, operacionalizado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), destinado a financiar a graduação de estudantes de baixa renda, que não tenham condições de arcar com as despesas de sua formação. Atualmente, são agentes financeiros do Fies o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal.

Quer saber mais sobre o Fies? Clique aqui



Como surgiu a profissão
A educação oficial no Brasil começa em 15 de outubro de 1827, com um decreto imperial de D. Pedro I, que determinava que "todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras". É por causa desse decreto, inclusive, que o Dia do Professor é comemorado no dia 15 de outubro. A data, contudo, só foi oficializada em 1963.
O acesso à educação, porém, ainda era muito restrito na época do Império. Apenas famílias ricas tinham condições de contratar professores para educar seus filhos. Esses profissionais ou atuavam em escolas privadas ou vendiam conhecimento de forma independente.
Apenas a partir dos anos 30, com o surgimento dos grupos escolares, foi que o ensino público gratuito passou a se organizar e atender mais alunos. Nessa época, o poder público passou a se responsabilizar efetivamente pela educação das crianças. Assim, houve a expansão e interiorização dos grupos escolares e as primeiras escolas de formação superior de professores em licenciaturas surgiram.




Fatos interessantes
- Sabia que nem sempre o ensino no Brasil foi organizado com um professor à frente do quadro negro e crianças em fileiras? Até a primeira metade do século XIX, o método era o monotorial: o professor ensinava o conteúdo a alguns alunos, que tinham mais facilidade em aprender o conteúdo. Esses alunos, os monitores, repassavam o conhecimento aos outros alunos que tinham mais dificuldades.
- A primeira escola de formação de professores em nível médio, na modalidade normal, para o ensino de alunos da Educação Básica data de 1835. A escola foi criada em Niterói (RJ). Depois disso, poucas instituições de formação foram criadas. Só no início do século XX, por volta dos anos 30, os primeiros cursos de licenciatura para formação superior de professores foram estruturados. Mesmo assim, apenas nos grandes centros urbanos da época.
- Em 1827, D. Pedro I instituiu que a educação superior seria de responsabilidade do governo imperial. O Ensino Superior era destinado exclusivamente à formação das elites do país. Foi assim até a primeira metade do século XX. Só na década de 60, o poder público passou a se preocupar com a democratização




Grandes Educadores


Paulo Freire - Paulo Reglus Neves Freire, educador pernambucano, viveu entre 1921 e 1997. Ficou conhecido pelo empenho em ensinar os mais pobres; por isso, tornou-se uma inspiração para gerações de professores. Paulo Freire desenvolveu um método inovador de alfabetização, a partir de suas primeiras experiências em 1963, quando ensinou 300 adultos a ler e a escrever em 45 dias. Suas principais obras foram a Pedagogia do Oprimido (1968), Pedagogia da Esperança (1992) e À Sombra desta Mangueira (1995).
Anísio Teixeira - O educador Anísio Espínola Teixeira introduziu no país o conceito de escola gratuita e para todos. O educador baiano, que viveu de 1900 a 1971, entendia a escola como uma instituição democrática, que oferecesse as mesmas oportunidades a filhos da classe alta e do proletariado. Defendia os princípios de um sistema educacional público, gratuito e obrigatório - que, mais tarde, fariam parte da Constituição. Fundou a Universidade de Brasília (UnB) e a Comissão de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (antigo nome da Capes). A participação de Anísio foi também fundamental na elaboração e aprovação da Lei de Diretrizes e Bases de 1961, que definiu os rumos da educação no Brasil.
Darcy Ribeiro - Darcy Ribeiro era professor, etnólogo, antropólogo, ensaísta e romancista, nascido em Montes Claros (MG), em 1922. Formou-se em Ciências Sociais pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo (1946), com especialização em Antropologia. Ribeiro foi Diretor de Estudos Sociais do Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais do MEC (1957-61) e participou, com Anísio Teixeira, da defesa da escola pública e da criação da Universidade de Brasília, da qual foi o primeiro reitor. Foi Ministro da Educação e Secretário de Educação do Rio de Janeiro, quando ficou encarregado de implementar os Centros Integrados de Educação Pública (Cieps), escolas de tempo integral com projeto político-pedagógico inovador. Faleceu em Brasília, em 1997.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Faculdade garcense está entre as melhores no Estado

A Faculdade de Ciências Humanas de Garça – FAHU – conquistou um resultado muito positivo para a cidade e região. De acordo com o Índice Geral de Cursos (IGC) divulgado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais (INEP) a faculdade ficou em 31.º no Estado, entre as 361 avaliadas. No país, segundo divulgado, ela ficou na posição 73.ª, num universo de 1.451 faculdades. Os resultados que foram divulgados na tarde de quinta-feira, 13, no site oficial do órgão apontam que a Faculdade de Ciências Humanas de Garça obteve desempenho 4 no índice. O Inep coloca que índices 1 e 2 são considerados insatisfatórios, índice 3 – razoável e índices 4 e 5 são considerados bons. A Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerenciais de Garça – FAEG - e o Instituto Superior de Educação de Garça – IESG - saíram razoável na avaliação e conquistaram o índice 3. A primeira ficou em ficou na 131.ª posição no Estado e em 348 no país, enquanto que a segunda ficou em 208.º lugar no Estado e 609ª no país. Já as faculdades de Agronomia e Engenharia Florestal de Garça – FAEF – e Instituto de Ensino Superior de Garça – IESG – ficaram com resultados insatisfatórios e na avaliação obtiveram o conceito 2. Entre as 361 faculdades avaliadas no estado, o Instituto de Ensino Superior de Garça ficou em 274.º lugar, e a faculdade de Agronomia ficou em 290.ª posição. Já no ranking nacional, entre as 1.451 instituições analisadas, a primeira ficou em 924 lugar enquanto que a segunda ficou na 1.021 posição. Na região mostraram um bom desempenho a Universidade de Marilia que foi a sétima universidade no Estado em classificação, entre 36 analisadas. Já no pais ficou na 81.ª posição entre 172. No âmbito das faculdades a Faculdade de Medicina de Marilia foi a melhor classificada, com conceito 4, ficou em 24.º lugar no Estado e 52 no país. Na avaliação as instituições também foram subdivididas com a classificação de Centros Universitários e, neste contexto o Centro Universitário Euripedes de Marilia obteve a nota 3. Entre 148 centros avaliados no país ficou na 53.ª posição e entre os 49 centros do estado ficou na 13.ª posição. As notas obtidas mostra a qualidade do ensino superior no interior paulista e Garça vem mostrando sua força. O que é o IGC O Índice Geral de Cursos da Instituição (IGC) é um indicador de qualidade de instituições de educação superior, que considera, em sua composição, a qualidade dos cursos de graduação e de pós-graduação (mestrado e doutorado). No que se refere à graduação, é utilizado o CPC (conceito preliminar de curso) e, no que se refere à pós-graduação, é utilizada a Nota Capes. O resultado final está em valores contínuos (que vão de 0 a 500) e em faixas (de 1 a 5). O CPC é uma média de diferentes medidas da qualidade de um curso. As medidas utilizadas são: o Conceito Enade (que mede o desempenho dos concluintes), o desempenho dos ingressantes no Enade, o Conceito IDD e as variáveis de insumo. O dado variáveis de insumo – que considera corpo docente, infra estrutura e programa pedagógico – é formado com informações do Censo de Educação Superior e de respostas ao questionário socioeconômico do Enade. A forma do cálculo do CPC tem implicações sobre a representatividade do IGC. Para um curso ter CPC é necessário que ele tenha participado do Enade com alunos ingressantes e alunos concluintes. Portanto, o IGC é representativo dos cursos que participaram das avaliações do Enade, com alunos ingressantes e concluintes. Como cada área do conhecimento é avaliada de três em três no Enade, o IGC levará em conta sempre um triênio. Assim, o IGC 2007 considerou os CPC’s dos cursos de graduação que fizeram o Enade em 2007, 2006 e 2005; o IGC 2008 considerou os CPC’s dos cursos que participaram do Enade em 2008, 2007 e 2006; e assim, sucessivamente. A medida de qualidade da graduação que compõe o IGC é igual à média dos CPC’s para o triênio de interesse. A Avaliação dos Programas de Pós-graduação, realizada pela Capes, compreende a realização do acompanhamento anual e da avaliação trienal do desempenho de todos os programas e cursos que integram o Sistema Nacional de Pós-graduação, SNPG. Os resultados desse processo, expressos pela atribuição de uma nota na escala de 1 a 7 fundamentam a deliberação CNE/MEC sobre quais cursos obterão a renovação de reconhecimento, a vigorar no triênio subseqüente. A medida de qualidade da pós-graduação que compõe o IGC é uma conversão das notas fixadas pela Capes.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Atuação Profissional para Pedagogos


Pedagogia

Bacharelado

É a área que trata dos princípios e métodos de ensino, na administração de escolas e na condução dos assuntos educacionais. O pedagogo, que trabalha para garantir e melhorar a qualidade da educação, tem dois grandes campos de atuação: a administração e o magistério, de modo que pode tanto gerenciar e supervisionar o sistema de ensino quanto orientar os alunos e os professores. Em órgãos do governo, estabelece e fiscaliza a legislação de ensino em todo o país. Em escolas, orienta e dirige os professores, com o objetivo de assegurar a qualidade do ensino. Também é ele quem verifica se os currículos estão sendo cumpridos e se condizem com as leis educacionais. Acompanha e avalia, ainda, o processo de aprendizagem e as aptidões de cada aluno. Pode trabalhar também com portadores de deficiências físicas ou intelectuais, auxiliando em sua inclusão na sociedade, ou com educação a distância.

Pergunta do Vestibulando

CURSOS NA MIRA DO MEC
Em 2008, o MEC iniciou a supervisão dos cursos de Pedagogia que obtiveram conceito inferior a 3 no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade). Até agosto de 2010, as determinações foram a redução do número de vagas na FAG-Cascavel e o encerramento da oferta na Fafie na Faculdade Palas Atena de Chopinzinho. As instituições, no entanto, podem entrar com recurso junto ao Conselho Nacional de Educação.

O mercado de trabalho

Apesar de a atribuição mais comum ser a de lecionar e trabalhar na administração escolar, a área de coordenação pedagógica é a que mais absorve pedagogos. Os principais empregadores são as escolas, sejam elas particulares, sejam elas públicas. Nessas últimas, eles são contratados por meio de concurso. "Tem havido grande expansão nas vagas, graças ao aumento do número de alunos em sala de aula", explica Geisa do Socorro Cavalcanti Vaz Mendes, coordenadora do curso da PUC-Campinas. Creches, ONGs, institutos e cooperativas devem continuar requisitando pedagogos. Outra fonte de empregos é a rede hospitalar, que os contrata para trabalhar em suas brinquedotecas desenvolvendo atividades que proporcionem o bem-estar de crianças doentes. E também no acompanhamento pedagógico de crianças que estão em tratamento longo dentro de hospitais, o que as obriga a ficar longe da escola. Além disso, os graduados nesse curso também podem atuar como arte-educadores, utilizando técnicas artísticas como colagens e esculturas no ensino de jovens e crianças. Secretarias estaduais e municipais de Educação em todo o país têm aberto concursos para o pedagogo ingressar em suas equipes técnicas ou trabalhar como diretor, coordenador pedagógico e em outras funções diretamente nas escolas. 

Salário inicial: R$ 702,50 (Educação Infantil e pré-escola:); R$ 785,00 (Ensino Fundamental I); fonte: Sindicato dos Professores de São Paulo.

O curso

O acréscimo de um ano no Ensino Fundamental - que passou a incluir o que antes era o último ano do Ensino Infantil - mexe com a estrutura dos cursos de Pedagogia. Com isso, as escolas estão tendo de rever a grade curricular do curso, porque agora elas têm, obrigatoriamente, de incluir a formação de professores para as séries iniciais, o que exige o aumento da carga horária. Ainda assim, a partir de agora, o graduado sai sem nenhuma habilitação específica. A carga maior do curso, que dura em média quatro anos, é na área de ciências humanas e sociais aplicadas. Além de metodologias específicas, o aluno estuda a estrutura e o funcionamento do sistema de ensino, princípios e métodos de administração escolar e novas tecnologias educacionais. Para orientação educacional, há aulas de psicologia e metodologia. O currículo inclui, ainda, disciplinas optativas, que permitem ao aluno complementar sua formação em filosofia, história ou artes. Algumas instituições mantêm cursos com um foco específico, como educacão infantil, educação especial, licenciatura indígena (UFGD; veja também Educação Básica Intercultural, na Unir) e educação do campo (UFCG, UFFS-PR e UFPB, entre outras), para atuação em escolas rurais. Além disso, outras escolas oferecem cursos como comércio e administração, construção civil e eletrônica, que formam professores. O estágio é obrigatório. 

Duração média: quatro anos. 

Outros nomes: Comércio e Adm.; Constr. Civil; Educ. do Campo; Eletrôn.; Ped. Soc.

O que você pode fazer

Administração escolar

Gerenciar os recursos humanos, materiais e financeiros dos estabelecimentos de ensino.

Ensino

Lecionar nas cinco primeiras séries do Ensino Fundamental.

Educação especial

Desenvolver material didático e ministrar aulas para crianças e adultos portadores de deficiência.

Orientação educacional

Dar assistência aos estudantes com o uso de métodos pedagógicos e psicológicos.

Pedagogia empresarial

Desenvolver projetos educacionais, sociais e culturais para empresas, ONGs e outras instituições.

Supervisão educacional

Orientar professores e educadores e avaliar seu trabalho, para melhorar a ade do ensino.

Treinamento de recursos humanos

Desenvolver programas de treinamento para os funcionários de uma empresa.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010